terça-feira, 19 de abril de 2011
Guess Who - B.B. King
Não há como não falar em B.B. King sem lembrar da famosa guitarra Lucille, uma adaptação da Gibson ES-335. O nome desta guitarra ao contrário do que se imagina, surgiu por uma briga entre dois homens que resultou em um imenso incêndio logo após um show de B.B. King em Arkansas. Ao saber do incêndio B.B. King lembrou do violão de 30 dólares que havia esquecido no prédio e retornou para buscá-la colocando sua vida em risco. A briga aconteceu por uma mulher chamada Lucille. A partir deste ocorrido em 1949 B.B. King passou a chamar suas guitarras de Lucille como uma forma de lembrar sempre em não fazer algo estúpido como lutar por uma mulher ou retornar a um prédio em chamas.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Layla - Eric Clapton
Uma das mais famosas músicas românticas e inovadoras de Eric Clapton, foi lançada em dezembro de 1970 e inicialmente não fez sucesso algum. A música teve duas versões: a original em 1972 e a versão acústica em 1992 que recebeu o Grammy em 1993.
Escrita por Eric Clapton, fala do amor não-correspondido pela modelo Pattie Boyd esposa na época de George Harrison. O casamento de Pattie com George Harrison acabou em 1974 pelo envolvimento dele com o mundo espiritual e os constantes atos de infidelidade. Quando Eric Clapton recebeu um NÃO de Pattie, acabou beirando a loucura e se afundou em heroína e outras drogas. Porém a música lançada com a marca do desespero de Clapton, acabou abrindo espaço e Pattie trocou George por Eric Clapton em 1974, se casaram em 1979. Cabe ressaltar o trecho da música:
"I tried to give you consolation
When your old man had let you down.
Like a fool, I fell in love with you,
Turned my whole world upside down."
Consolou o sofrimento da moça com outras intenções e ainda se diz tolo por ter se apaixonado... blues... old blues...
ps.: George Harrison era amigo íntimo de Eric Clapton... diz a lenda hehehe
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Slade
O Slade é uma banda do Reino Unido. Ela é formada pelo quarteto Noddy Holder (vocals, guitar), Dave Hill (guitar), Jimmy Lea (bass) e Don Powell (drums) marcaram a história do rock a partir de 1966, quando lançaram o single You better Run produzido por Kim Fowley.
Os anos seguinte não trariam nenhuma novidade para os músicos. O cenário não dava espaço para novas bandas com o tipo de som que o Slade fazia e com o visual que tinham seus integrantes.
Com a entrada da década de 70, o Slade viu no chamado glam rock uma boa oportunidade de aparecer. A banda fez fotos promocionais no visual da época e lançou o single do cover Get Down And Get With It, que chegou ao Top 20 em 1972.
Os músicos se empolgaram e Jim Lea e Noddy Holder começaram a investir em composições próprias. ”Cuz I Love You” chegou ao número 1 das paradas. Até a presente data o Slade já havia lançado quatro discos: Ambrose Slade Beginnings (69), Play It Loud (70), Slade Alive! (72), Slayed?(72).
Nos anos seguintes o Slade se tornaria um campeão dos charts, enquanto músicas como "Mama Weer All Crazee Now", "Cum On Feel The Noize" e "Skweeze Me Pleeze Me” surgiam nas paradas.
Em 73, o Slade participa de um famoso festival de natal no Reino Unido, e isso rende um álbum. A banda chegava ao topo do rock inglês.
Os próximos álbuns foram: New, Borrowed And Blue (74), Nobody's Fools (76), Whatever Happened To Slade (78) e Return To Base (79).
Fato curioso é que o Slade tinha o mesmo álbum com nomes diferentes para EUA e Reino Unido. “Old, New, Borrowed And Blue”, por exemplo, saiu na América com o título de Stomp Your Hands, Clap Your Feet.
Em 1980, a banda faz uma apresentação no Reading Festival. Esta apresentação se tornaria o álbum Slade Alive.
Em 1983, a banda ganha o mundo (inclusive o Brasil) com a balada “My oh My” do disco “The Amazing Kamikazee Syndrome”.
Os anos 80, foram muito competitivos para a banda que disputava o espaço com grupos como Def Leppard (na Inglaterra) e com o Quiet Riot na América.
Álbuns como Rogues Gallery, que traz a excelente “Hey Ho wish Well” e “You Boyz Make Big Noize”, não conseguiram emplacar, e a banda acabou dando um tempo na carreira, só vindo a lançar um novo álbum em 1996.
O Slade é uma daquelas bandas que possuem milhares de coletâneas, para quem não conhece a banda, uma boa opção. Sugestões? “Smashes” (80), “Slade's Greats” (84) e “Greatest Hits: Feel The Noize” (97).
sábado, 29 de janeiro de 2011
Grand Funk Railroad
Importante banda de rock dos anos 70, a Grand Funk Railroad sempre conciliou sucessos expressivos de vendagem e freqüência em shows com a fraca aceitação da crítica. Ao lado de Bandas como Nazareth e Steppenwolf, a banda formada por Mark Farner, Don Brewer e Mel Schacher é responsável pela tomada de um caminho que agregava mais peso ao rock, que culminaria em sub estilos como o Trash e o Heavy Metal.
História:
O Grand Funk Railroad nasceu em 1964, na cidade de Flint, Michigan, USA, quando quatro amigos se juntaram para formar uma banda. Seu nome original era Jazzmasters e não tocavam jazz como o nome sugere, "mestres do Jazz", mas faziam um rock'n roll tão alto quanto seus amplificadores podiam suportar. Era formado por: Mark Farner, guitarra e vocal; Don Brewer, bateria e vocal; Craig Frost, órgão e piano e Don Lester baixo elétrico.
Tocavam em clubes e escolas da cidade, até que em 1967, Terry Knight, um rapaz de 20 anos, um ano mais velho do que os músicos do "Jazzmasters", assistiu a apresentação daquela noite. Knight era mais maduro e ambicioso, um visionário, já teve seu próprio programa na rádio local, tinha trabalhado em uma emissora em Detroit e nesta noite de 67 ele, desempregado, estava decidido a se tornar vocalista de uma banda de rock. Da reunião entre Terry Knight X Jazzmasters, nasceu o "Terry Knight & The Pack".
"The Pack" era a união dos esforçados rapazes do "Jazzmasters" com as propostas do ex disk-jockey Terry Knight. Knight fez grandes planos com Mark Farner e o restante do grupo, mas só conseguiu um tímido contrato de gravação para a etiqueta "Cameo/Parkway", do serviço local, embora já tivessem lançado artistas de peso como Chubby Cheker e Dee Dee Sharp, entre outros. Na visão de Knight, o som do grupo seguia aproximadamente o estilo dos "Rolling Stones", embora sóbrios e fez sucesso na região chegando a cidade de Detroit, que tem certa tradição em rock.
No início de 68 o "Pack" e Knight se separam e seguem cada um, seu próprio caminho. O "Pack" ,retorna aos shows em clubes, boates e colégios e Knight tenta uma carreira solo como cantor romântico, estilo Donovan, mas nenhum deles decolou. Pack e Knight se reencontram no final de 68 e na versão de Knight, foi Don Brewer que escreveu para ele em Detroit, solicitando novamente a sua ajuda porque os rapazes do "Pack" estariam passando fome, quase a ponto do grupo se dissolver, aliás já tinham perdido dois dos seus integrantes. Mas o grupo diz em sua versão que Knight, após perceber que não levava jeito mesmo como cantor, tentou arrumar emprego em rádios e gravadoras e como não conseguiu, voltou a procurar o pessoal do "Pack" em Cape Cod. É provável que as duas versões sejam a expressão da verdade, pois nesta altura, do "Pack" havia sobrado apenas Mark Farner e Don Brewer e enquanto este procurava um novo baixista, Knight corria para tentar um novo e salvador contrato para o grupo.
Desta vez foram bem sucedidos, o baixista era um antigo amigo de Don, Mel Schacher, ex integrante de uma banda chamada "Question Mark & The Misterins", que fez sucesso com "96 Tears", e o contrato foi com a gravadora Capitol, por apenas seis meses. O grupo agora é um trio e tinha novo nome, Grand Funk Railroad, inspirada na estrada de ferro Grand Trunk Western, da cidade de Flint. Há quem diga que o contrato se deveu as estratégias de Knight, que envolveram a influência de conhecidos seus, como a modelo Twiggy e o seu namorado Justin de Villeneuve, junto aos executivos da Gravadora Apple. Embora a versão oficial do grupo é que tudo se deu a partir de uma revisão de posição da Capitol, que resolvera dar uma segunda chance aos ex integrantes antigo "Pack", que já havia gravado lá e não fora bem sucedido. Com novo nome, Grand Funk Railroad e com Terry Knight empresariando, conseguiram este novo contrato e Terry desistiu de ser cantor, mas tornou-se o empresário e produtor do grupo a partir de 1969, um bom ano para os novos grupos de rock.
Dois fatores foram claramente favoráveis ao sucesso do Grand Funk Railroad, são eles sua participação no Festival de Altamont e, em termos de mercado musical, a separação dos Beatles, que acabou gerando novas oportunidades nas gravadoras que estavam sequiosas em investir nas bandas promissoras, pois haviam testemunhado níveis nunca antes alcançados de lucratividade, com os Beatles. Quanto aos Stones, em contraposição aos Beatles, e que também estiveram no festival de Altamont, tiveram sua credibilidade bastante arranhada, na época, com os incidentes durante o seu show, que deixaram Mick Jagger sem ação diante de milhares de pessoas, impotente diante da violência que resultou em morte e envolveu a gangue de motociclistas dos "Hells Angels". Um jovem drogado havia derrubado a motocicleta Harley Davidson de um dos integrantes da gangue e acabou morto por isto, enquanto Mick Jagger se furtava de acalmar os ânimos exaltados.
Neste clima, os jovens já não acreditavam mais nem no governo, nem em seu país, nem nos líderes dos Estabilishment, cheios de dúvidas, medos e incertezas, como a guerra do Vietnan, que se prolongava e roubava cada vez mais vidas dos adolescentes convocados para lutar no conflito. Foi neste ambiente onde floresceu a contra-cultura que o "Grand Funk" pode tornar-se, com suas letras contestadoras, pacifistas e seu rock ao mesmo tempo rebelde, inovador, harmônico e agressivo para a época, uma fonte de identificação para aquela multidão de jovens desalentados.
Terry Knight, com sua visão política e abrangente dos fatos, providenciou para que Mark, Dom e Mel, estivessem no lugar certo, na hora certa, tocando e declarando o que deles os jovens esperavam, uma saída, um questionamento, uma luz de rebeldia, contra o matadouro do rebanho conformado, que era a guerra combinada a corrupção política. Foram feitas duas apresentações em lugares pequenos, para que Terry Knight pudesse afinar o som do grupo, acertar corretamente o tom da apresentação e então a partir daí, criou todo um estilo, na nova atitude de palco do grupo, agora também com novos e potentes amplificadores de qualidade. Desta forma o Grand Funk fez sua estréia oficial, em 4 de julho de 1969, no Atlanta Pop Festival, tocando para 180 mil pessoas, de graça, de favor, mas se destacaram e culminaram por roubar o show de grupos participantes mais conhecidos. Da noite para o dia se tornaram os preferidos da nova geração, os campeões americanos do rock pesado da época.
A crítica, conservadora, é unânime em massacrar o Grand Funk Railroad, "sua música nem chega perto da perfeição de sua imagem", disse Michael Oldfield, da Melody Maker. "Todos são ruins demais, mas o pior de todos é Don Brewer, cuja técnica de bateria é simplesmente pavorosa". Mas era moda estraçalhar os pretendentes a grandes bandas e sob a orientação de Terry Knight o Grand Funk vai assimilando as críticas, se aperfeiçoando dia a dia e se torna realmente um fenômeno de vendas e público, a revelia da crítica, acostumada a baladas bem comportadas.
Da estréia do Grand Funk, em 69, eles só conhecem o sucesso avassalador e críticas cada vez mais ferozes. Não se importam pois sob a orientação de Terry Knight, evitam contato com a imprensa, comprando a briga, fazem declarações como esta, "Os jovens nos aclamaram, mas os críticos nos detestam, afinal, quem não entende de rock são os críticos, eles odeiam o Grand Funk porque criamos algo novo na cultura e somos apenas, três rostos anônimos, iguais a tantos outros nesta multidão revolucionária de jovens.", Tom Brewer chegou a declarar que "Nosso sucesso aconteceu tão rápido, que os críticos nos sentiram empurrados por suas goelas e sabemos que seu maior orgulho e desejo é serem considerados justamente por descobrir e predizer novos talentos para o público, jamais o contrário..."
Por cima das pichações da crítica e cercados por uma barreira de som, pesada como concreto, o "Grand Funk" foi batendo todos os records, com discos de ouro e de platina a cada LP de vinil lançado. Em 71, conquistam seu troféu mais precioso, batem os "Beatles", vendendo a lotação completa do Shea Stadium de New York (12 mil lugares) em apenas 72 horas. Mel Schacher, em contraponto a fase psicodélica dos Beatles, na oportunidade diz, "Somos radicalmente contra todas as drogas e eu sei que muita gente pensa que só tocamos se as usarmos, mas a única coisa que usamos é a nossa própria energia e a vibração de estar no palco diante de tantas pessoas, por isso não queremos nem precisamos de mais nada além de nossa própria adrenalina."
Em 1971, o "Grand Funk" de Knight chega ao seu auge, seus rostos estão pintados num gigantesco out-door sobre a Times Square, as rádios ainda não tocam seus discos e os jornais os ignoram, no entanto, continuam vendendo discos e lotando todos os shows nos estádios. Já no início de 1972, Knight descobre que John Eastman, advogado e cunhado de Paul McCartney era o novo administrador da conta do trio e que a sua sociedade com a banda Grand Funk Railroad Enterprises, fora dissolvida por seus abusos nas finanças do grupo três meses antes de findar o seu contrato.
Dois anos depois, Mark Farmer comentaria: "Ele sempre foi nosso líder, e estivemos sob as suas asas de proteção, mas ele também nos traiu nas finanças e por culpa dele mesmo a fonte secou, o Grand Funk não está mais com Terry Knight, então, convide-o para o palco e veja o que ele faz e depois ponha a gente no mesmo palco e veja o que realizaremos." Batalhas legais se arrastaram por mais de dois anos, enquanto o mundo do rock aguardava ansioso, todos se perguntavam se o "Grand Funk" sobreviveria só com sua música, alijados do cérebro de Terry Knight.
O primeiro álbum sem a direção de Terry Knight se chama, a propósito, Phoenix, o pássaro que renasce das cinzas e é um disco com uma queda para o instrumental, com a novidade da volta de um velho integrante dos tempos do "Pack" nos teclados, Craig Frost. "Phoenix" não foi o album para cima, que nossos fãs esperavam, mas foi exatamente como nos sentiamos na época, abalados com os acontecimentos. Quando "Phoenix" saiu, muitos de nossos fãs devem até ter se assustado", disse Don Brewer. "Não era exatamente o som do "Grand Funk" ao qual todos estavam acostumados, mas era ainda mais sofisticado e mais instrumental. Ficamos muito ansiosos em saber como nossos fãs o aceitariam." Mas a leal geração de fãs do Grand Funk estranhou de início, mas acabou por ficar com eles e o album Phoenix demorou um pouco mais que os outros, mas também ganhou igualmente o seu disco de ouro. Era muito avançado para a época.
É com o próximo LP, We're An American Band, produzido por Tod Rundgreen e com um tino mais para o pop e para o comercial, especialmente elaborado para tocar em todas as rádios, que eles finalmente obtém a aceitação de todos os públicos, com boa aceitação da crítica, afinal, retrocedem uma década fazendo um rock mais simplório e abandonando o rumo de evolução do seu estilo pesado e instrumental original idealizado por Terry Knight, juntamente a contra-cultura que já dava seus sinais de cansaço com o início da afetada era "Disco" e então entram em sua curva de decadência como grupo de rock.
Mark, Don e Mel desenvolveram sua música com a experiência e visão de Terry Knight, mas logo depois aprenderiam que um grupo para permanecer, tem que manter seu estilo e personalidade marcantes, trajetória exigida para um grupo consagrar-se um clássico. Com Terry adquiriram estes traços tornando-se os heróis da contra-cultura dos anos 70. E sem ele, passaram a apregoar ingenuamente: "Nós somos uma banda Americana", tal qual Elvis Presley quando deixa seu espírito rebelde ser domado pelo seu empresário, Coronel Tom Parker e pela ideologia do exército americano. Apesar disso, entram de cabeça no ramo mais organizado do show business e fazem sua excursão mais bem produzida, com filmes em retroprojeção, canhões de luz, spot-lights compondo a bandeira Americana, chuvas de chapéus do tio Sam, puxando o saco como para compensar os anos rebeldes. Nas letras burguesas e vendidas e ainda fora delas, nas entrevistas, eles louvam o sabor rascante do bourbom, o whisque americano.
Mais comerciais e mais americanos, não são mais os jovens contestadores, nem muito menos "Três rostos anônimos na multidão", mas agora estrelas do ramo do show business americano e com seu novo empresário, Andy Cavaliere, a estrada de ferro "Grand Funk" volta a seus trilhos de ouro e platina, agora com milhões de dólares e de público, seus críticos, ainda menos jovens e tanto mais conservadores, agora aplaudem esta fase do grupo e passam a apreciar sua habilidade com o balanço do velho rock, que ainda conseguem.
Segundo a Melody Maker, Terry Knight teria comentado, no fim das batalhas judiciais, que acabaram empatadas para cada lado, condenados a pagar multas equivalentes um ao outro, "Eles foram tolos! Poderiam ter sido clássicos, eternos, como o estilo de Elvis, antes do coronel Tom Parker, mas não quiseram, cismaram em ser sérios e importantes homens de negócio, transformando a banda numa empresa, ao invés de serem apenas artistas e músicos e aperfeiçoar seu trabalho, por isso puseram tudo que tinhamos a perder." Religioso, o novo líder do "Grand Funk", Mark Farner, o fazendeiro rock, agora com cabelos curtinhos, estilo anos 50, rebate, " A nossa base é a fé, nos acreditamos em Deus, que nos sustentou esse tempo todo, e onde nos vamos sempre nos apoiar."
Fonte: revista "Rock, a história e a glória" de 1975. Brasil
Integrantes:
• Mark Farner (vocal e guitarra)
• Don Brewer (bateria e vocal)
• Craig Frost (teclados)
• Mel Schacher (baixo)
Foram guiados pelo produtor Terry Knight, o qual foi o responsável pela imagem e o conceito musical da banda
Discografia:
A banda obteve dez álbuns de platina e hits como The Loco-Motion , We're An American Band, entre outros. Seu último álbum foi produzido por Frank Zappa e se chama Good Singin', Good Playin'.
Álbuns:
• 1969: On Time
• 1970: The Red Album
• 1970: Closer To Home
• 1971: Live Album
• 1971: Survival
• 1971: E Pluribus Funk
• 1971: Live Album - The 1971 Tour
• 1972: Mark, Don & Mel
• 1972: Phoenix
• 1973: We're an American Band
• 1974: Shinin′ On
• 1975: All The Girls In The World Beware!
• 1975: Caught In The Act
• 1975: Born To Die
• 1976: Good Singin', Good Playin'
• 1976: Grand Funk Hits
• 1981: Grand Funk Lives
• 1983: What′s Funk
• 1997: Bosnia
• 1999: Thirty Years Of Funk
• 2002: Live the 1971 Tour
• 2002: Trunk of Funk - 4CD's Box Set
Fonte: Wikipédia e Yahoo Música
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Born to be wild - Steppenwolf
Considerada como o hino dos motoqueiros com atitude, essa música foi criada em 1969 pela banda Steppenwolf. Esta foi a primeira música a usar o termo "Heavy Metal Thunder", o que posteriormente se tornou um estilo musical específico. Muitos dizem que foi a primeira música Heavy Metal da história.
Em 1964 a banda de blues Sparrow (primeiro nome) começou a fazer sucesso em Toronto. Em 1967 se mudaram para Califórnia onde passou a se chamar Steppenwolf e a tocar música folk. Muitas de suas músicas fazem críticas ao 37° presidente dos EUA Richard Nixon.
A banda se separou em 1971, com a decisão do vocalista em fazer carreira solo. Em 1974 com nova formação a banda retornou, em 1976 novamente acabou. De 1977 a 1980 a banda gravou um cd que não chegou a ter um lançamento oficial. No início dos anos 80 o vocalista criou a banda John Kay and Steppenwolf existente até hoje... quanta briga não deve ter acontecido dentro da banda...
Curiosidade completamente fora do assunto: Quando o presidente Nixon renunciou seu cargo, o locutor brasileiro Heron Domingues faleceu logo após dar a notícia. Familiares dizem que ele se emocionou muito ao relatar o fato histórico.
Curiosidade completamente fora do assunto: Quando o presidente Nixon renunciou seu cargo, o locutor brasileiro Heron Domingues faleceu logo após dar a notícia. Familiares dizem que ele se emocionou muito ao relatar o fato histórico.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Come Rain or Come Shine - Eric Clapton e B.B. King
"Come Rain or Come Shine" foi escrita por Harold Arlen em parceria com Johnny Mercer. Foi feita para o musical da Broadway que não fez muito sucesso chamado de St. Louis Woman (escrito em 1898 e aberta ao público em 1946). A história do musical girava em torno de Della Verde, uma mulher que era muito mal tratada em seu casamento com o dono do bar Biglow Brown, quando se apaixona por um jóquei vitorioso.
No ano de 2000 esta música foi escolhida para fazer parte do famoso álbum de Eric Clapton com B.B. King (Riding with the King). Mesmo sendo uma balada de blues, a harmonia foge completamente dos acordes e cadências comuns ao estilo, com muitas modulações e passagens de F para Bb menor e D maior. A forma também varia e não segue um padrão de 12 compassos do blues. Incrível ao notar o diálogo entre as guitarras, uma música simples, mas de extrema dificuldade na interpretação.
Este álbum no ano de 2000, ficou em 3° lugar na US Billboard 200, em 1° lugar no Top Blues Albuns, em 1° lugar no Top Internet Albuns, recebeu o grammy de melhor disco tradicional de blues e recebeu a certificação 2x Multi-Platinum album pela RIAA.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Gimme Shelter - Rolling Stones
Composta em 20 minutos por Keith Richards esta música é considerada a canalização do final dos anos 60. Escrita logo após o assassinato de Meredith Hunter, tenta passar a indignação clara dos membros da banda com o assassinato, com a guerra do Vietnã e com a violência da época. Tratavam a época como o fim dos tempos. Richards disse que na última estrofe da gravação desta música sua guitarra ficou em pedaços como se fosse algo progamado (o mundo paralelo de Keith Richards).
Meredith Hunter foi um jovem negro assassinado durante o show dos Rolling Stones em Altamont (69). A segurança do show foi feita pelos Hells Angels e com a histeria do início do show eles ficam mais irritados ainda, foi quando Meredith tentou agredir os seguranças durante a música "Under my thumb" e acabou levando uma facada fatal nas costas.
Gimme Shelter - Rolling Stones
Oh, a storm is threat'ning
My very life today
If I don't get some shelter
Oh yeah, I'm gonna fade away
War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
Ooh, see the fire is sweepin'
Our very street today
Burns like a red coal carpet
Mad bull lost its way
War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
Rape, murder!
It's just a shot away
It's just a shot away
Rape, murder!
It's just a shot away
It's just a shot away
Rape, murder!
It's just a shot away
It's just a shot away
The floods is threat'ning
My very life today
Gimme, gimme shelter
Or I'm gonna fade away
War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
It's just a shot away
It's just a shot away
It's just a shot away
I tell you love, sister, it's just a kiss away
It's just a kiss away
It's just a kiss away
It's just a kiss away
It's just a kiss away
Kiss away, kiss away
Can't Buy me Love - The Beatles
Esta música ficou conhecida como a tentativa dos Beatles em inovar e fazer uma música com o padrão de blues. Seus acordes C - F - G seguem o padrão I, IV e V e os acordes da melodia desenhados em terças e sétimas tornam a afirmação verdadeira. Lançada no auge da beatlemania em 1964, foi mais um grande sucesso da banda ficando por 5 semanas no top da Billboard Hot 100 e 3 semanas em primeiro lugar na parada de singles britânica, foi escrita após 18 dias consecutivos de 2 - 3 shows por dia em uma turnê em Paris. A música deu nome ao filme de Steve Rasch (Namorada de Aluguel - no Brasil).
Can't Buy me Love - The Beatles
Can't buy me love, love
Can't buy me love
I'll buy you a diamond ring my friend if it makes you feel alright
I'll get you anything my friend if it makes you feel alright
'Cause I don't care too much for money, money can't buy me love
I'll give you all I got to give if you say you love me too
I may not have a lot to give but what I got I'll give to you
I don't care too much for money, money can't buy me love
Can't buy me love, everybody tells me so
Can't buy me love, no no no, no
Say you don't need no diamond ring and I'll be satisfied
Tell me that you want the kind of thing that money just can't buy
I don't care too much for money, money can't buy me love
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Johnny B. Goode - Chuck Berry
Um ano após o lançamento desta música Berry foi preso por convidar uma índia apache de 14 anos que conheceu no México para trabalhar em seu club noturno em St. Louis, resultou em cinco anos de prisão e mais uma multa de 5000 dólares. Após ser solto o sucesso havia ficado para trás, mesmo assim retornou seu trabalho e escreveu várias outras músicas.
Confiante como poucos, Berry viajava fazendo shows carregando apenas sua Gibson ES-335 pois tinha certeza que onde fosse encontraria uma banda que soubesse tocar suas músicas.
Johnny B. Goode - Chuck Berry
Deep down Louisiana close to New Orleans,
Way back up in the woods among the evergreens...
There stood a log cabin made of earth and wood,
Where lived a country boy name of Johnny B. Goode...
He never ever learned to read or write so well,
But he could play the guitar like ringing a bell.
(Chorus)Go GoGo Johnny GoGo GoJohnny B. Goode
He use to carry his guitar in a gunny sack
And sit beneath the trees by the railroad track.
Oh, the engineers used to see him sitting in the shade,
Strumming to the rhythm that the drivers made.
People passing by would stop and say
Oh my that little country boy could play
(Chorus)
His mother told him someday you would be a man,
And you would be the leader of a big old band.
Many people coming from miles around
To hear you play your music when the sun go down
Maybe someday your name will be in lights "Saying Johnny B. Goode tonight!"
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
I'm a Believer - The Monkees
"I'm a Believer" foi originalmente escrita por Neil Diamond, foi regravada em 1966 pela banda The Monkees se tornando por sete semanas consecutivas top na Billboard Hot 100. Recentemente o filme Shrek trouxe como trilha esta música na voz da banda Smash Mouth.
A banda The Monkees foi criada por um anúncio em jornal pedindo "4 loucos entre 17 e 21 anos", em 65 pela rede de tv NBC para tentar rivalizar com os Beatles. Obviamente não chegou nem perto, mas fez muito sucesso. Entre seriado em Tv, gravações de LP e afins, os integrantes acabaram tendo que aprender a tocar de verdade para não ficarem bitolados ao estúdio. Em 2010, Neil Diamond gravou esta música em seu álbum Dream.
I'm a Believer - The Monkees
I thought love was only true in fairy tales
Meant for someone else but not for me.
Love was out to get me
That's the way it seemed.
Disappointment haunted all my dreams.
Then I saw her face, now I'm a believer
Not a trace of doubt in my mind.
I'm in love, I'm a believer!
I couldn't leave her if I tried.
I thought love was more or less a givin' thing,
Seems the more I gave the less I got.
What's the use in tryin'?
All you get is pain.
When I needed sunshine I got rain.
Then I saw her face, now I'm a believer
Not a trace of doubt in my mind.
I'm in love, I'm a believer!
I couldn't leave her if I tried
A Change is Gonna Come - Sam Cooke
Se a rainha do soul era Aretha Franklin, o rei foi Sam Cooke. Dentre muitos sucessos mundialmente conhecidos (Chain Gang, Wonderful World, etc.) "A Change is Gonna Come" ficou conhecida com a música do adeus de Sam Cooke, um ano após a gravação da música ele levou um tiro fatal na porta de seu Motel em Los Angeles, duas semanas depois a música foi lançada.
Indignado com a possibilidade de um branco ter escrito "Blowin' in the Wind" (Bob Dylan), esta foi a resposta de Sam Cooke, que na mesma época foi preso por se registrar em um motel para brancos e ainda perdeu seu filho de 18 meses que morreu afogado. Essa música também virou símbolo do movimento pelos direitos civis.
A Change Is Gonna Come - Sam Cooke
I was born by the river in a little tent
Oh and just like the river I been a runnin' ever since
It's been a long, a long time coming but I know
A change gon' come oh yes it will
It's been too hard living but I'm afraid to die
Cuz I don't know what's up there beyond the sky
It's been a long, a long time coming but I know
A change gon' come oh yes it will
I go to the movie, and I go downtown
Somebody keep tellin me "don't hang around"
It's been a long, a long time coming, but i know
A change gon' come oh yes it will
Then I go to my brother
And I say "brother, help me please"
But he winds up knocking me
Back down on my knees
There been times that I thought I wouldn't last for long
Now think I'm able to carry on
It's been a long, along time coming but I know
A change gon' come, oh yes it will
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Respect - Aretha Franklin
Respect - Aretha Franklin
(oo) What you want
(oo) Baby, I got
(oo) What you need
(oo) Do you know I got it?
(oo) All I'm askin'
(oo) Is for a little respect when you come home (just a little bit)
Hey baby (just a little bit) when you get home
(just a little bit) mister (just a little bit)
I ain't gonna do you wrong while you're gone
Ain't gonna do you wrong (oo) 'cause I don't wanna (oo)
All I'm askin' (oo)
Is for a little respect when you come home (just a little bit)
Baby (just a little bit) when you get home (just a little bit)
Yeah (just a little bit)
I'm about to give you all of my money
And all I'm askin' in return, honey
Is to give me my profits
When you get home (just a, just a, just a, just a)
Yeah baby (just a, just a, just a, just a)
When you get home (just a little bit)
Yeah (just a little bit)
------ instrumental break ------
Ooo, your kisses (oo)
Sweeter than honey (oo)
And guess what? (oo)
So is my money (oo)
All I want you to do (oo) for me
Is give it to me when you get home (re, re, re ,re)
Yeah baby (re, re, re ,re)
Whip it to me (respect, just a little bit)
When you get home, now (just a little bit)
R-E-S-P-E-C-T
Find out what it means to me
R-E-S-P-E-C-T
Take care, TCB
Oh (sock it to me, sock it to me,
sock it to me, sock it to me)
A little respect (sock it to me, sock it to me,
sock it to me, sock it to me)
Whoa, babe (just a little bit)
A little respect (just a little bit)
I get tired (just a little bit)
Keep on tryin' (just a little bit)
You're runnin' out of foolin' (just a little bit)
And I ain't lyin' (just a little bit)
(re, re, re, re) 'spect
When you come home (re, re, re ,re)
Or you might walk in (respect, just a little bit)
And find out I'm gone (just a little bit)
I got to have (just a little bit)
A little respect (just a little bit)
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